janeiro 01, 2018

Irmãs recebem visita natalina no Mosteiro

Irmãs recebem visita natalina no Mosteiro


Irmãs recebem visita natalina no Mosteiro

A presença dos visitantes é momento de grande emoção para as religiosas que vivem enclausuradas




As irmãs realizam uma oração dentro do mosteiro onde vivem, no bairro Joaquim Távora ( Fotos: Kleber A. Gonçalves )

01:00 · 26.12.2017 / atualizado às 01:19 por Renato Bezerra - Repórter




Num raro momento, as irmãs têm contato com familiares, amigos ou pessoas da comunidade que costumam visitá-las nas datas possíveis
O Natal é, para os cristãos, momento de celebração da paz e renovação do amor. Para cerca de 21 Monjas Concepcionistas do Mosteiro da Imaculada Conceição e São José, em Fortaleza, o momento é ainda mais especial. A data é, junto com a Páscoa e o dia 1º de janeiro, os únicos dias do ano que as irmãs, que vivem em regime de clausura, recebem visita de amigos e da comunidade em geral.
Para a irmã Maria de Guadalupe, 61, enclausurada há 42 anos, o dia remete à bênção por poder, ao mesmo tempo, transmitir e receber alegria e esperança que o Natal representa. "Deus mandou o seu filho para cada um de nós. É um dia todo especial, de muita alegria e eu penso e rezo por todos. É um dia que a gente se sente unida a toda a humanidade. Cada um no seu modo de viver, no seu estado de vida, com suas dificuldades e alegrias com aqueles que estão satisfeitos", diz a irmã.
Afilhada
Bastante emocionada, a auxiliar de serviços gerais Lúcia de Sousa, 55, saiu do vizinho Município de Maracanaú, onde mora, até o mosteiro, no bairro Joaquim Távora, para visitar a afilhada, que ingressou na Ordem da Imaculada Conceição há dois anos. "Ela é como uma filha para mim. Eu acho lindo o caminho que escolheu, principalmente na idade dela, ainda com 22 anos, porque, no mundo de hoje, um jovem escolher essa vocação é porque é uma dádiva de Deus mesmo", comenta.
Vocação
Com 23 anos, a administradora Alana Borges dos Santos é recém chegada na Ordem. Depois de dois anos recebendo acompanhamento, a jovem ingressou na clausura há apenas um mês e cumpre, ainda, o período de experiência para se certificar da vocação.
Para ela, a trajetória escolhida é correta. "Estou gostando muito e vendo que isso é realmente o que nosso Senhor preparou para mim. Cada dia no sacrifício, por meio das minhas orações, posso salvar muitas almas e isso vai me deixando mais feliz, realizada. Sei que estou cumprindo a vontade de Deus. Ficar longe da família é difícil, mas isso nos dá a graça da saudade e estar aqui orando por eles faz com que o amor cresça cada vez mais".

Avé Maria Puríssima !

Santa Beatriz da Silva

As Irmãs a seguir

Campo Maior - Portugal

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